domingo, 31 de maio de 2009

What Work of Literature Are You?" with the result Gravity's Rainbow.


Mariana completed the quiz "What Work of Literature Are You?" with the resultGravity's Rainbow.
You live under the duress of a world that seems consumed by chaos. In the night sky, always you envision the coming comet, hurtling asteroid, V-2, Kamikaze, or whatever guise the end might take. Still, along the streets pass quotidian errands, life continues. How could it? Don't they realize the end is near? You realize, though the world around you is crumbling and eroding towards certain doom, somewhere in a meadow, perhaps very far away, a flower blooms..

Thomas Pynchon

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Thomas Pynchon em data desconhecida

Thomas Ruggles Pynchon, Jr. (Long Island8 de Maio de 1937) é um dos mais originais escritoresnorte-americanos vivos. Famoso por criar livros longos e complexos - às vezes com centenas de personagens e dezenas de histórias paralelas -, ele é um dos principais expoentes do romance pós-moderno, juntamente com William GaddisJohn BarthDonald BarthelmeDon Delillo e Paul Auster.

Ganhador do National Book Awards, seu nome é constantemente citado como concorrente ao Prêmio Nobel de Literatura. Em 1988, foi premiado pela Fundação MacArthur. O crítico literário Harold Bloomnomeou Pynchon um dos quatro romancistas anglófonos "canonizáveis" de seu tempo - ao lado de Don DeLilloPhilip Roth e Cormac McCarthy.

Sua ficção abrange diversos campos, como físicamatemáticaquímicafilosofiaparapsicologia,históriamitologiaocultismomúsica popquadrinhoscinemadrogas e psicologia, unindo-os de maneira picaresca, humorística, absurda, poética e sombria. A preocupação central da obra dePynchon é explorar a acumulação e a inter-relação entre estes diferentes conhecimentos, que resultariam em uma realidade entrópica tangível apenas pela paranóia. Ele também é conhecido pela reclusão em que vive, o que gerou diversos rumores sobre sua real identidade.[1] Nunca concedeu entrevistas e as únicas fotos conhecidas dele datam de sua juventude

sexta-feira, 29 de maio de 2009

hamlet pensando a virada linguística a partir de um cultural approach



- está louco ou é louco? 
- está louco é louco! 

- sou louco por astúcia! 
- sou louco por astúcia?  

ser ou não ser, questão anglo-saxã
estar e ser, questão lusófona

they or, 
we and  

the end

domingo, 24 de maio de 2009

european (coconut) style friendship, with a lot of semi-racional ingredients


eu sempre achei que eu queria ser presidente,
mas hoje entendi que não
para se ser uma pessoa pública
é necessário características de elaboração de alma
que não tenho

eu preciso ir aos infernos 
para então ter o bom de mim
e diferente a Orfeu,
eu quero acreditar sem ver
e aceitar meu caminho pra progredir

você sim tem a alma da pessoa pública
talvez lhe falte ainda o ladrar do cachorro,
que eu lhe ensino às sobras,
mas você tem o controle, 
que eu,
vivo pra destruir

se de tudo isso
nada acontecer
não importa
grande é a parte em que só a amizade existe
e pra isso, minha alma quer ser eterna
para lhe ser grata

e assim, 
eu me faço enfim poeta
e amo
a ti, amiga

Ex:

305. O equilíbrio da amizade. Às vezes, em nosso relacionamento com outra pessoa, o justo equilíbrio da amizade é restaurado se pomos em nosso prato da balança uma pitada de falta de razão. Nietzsche, Humano demasiado Humano, 2000:199)

sábado, 23 de maio de 2009

Pós-modernismo, by barros, at this very moment



"colcha de retalhos feita de discursos subalternos, costurada pela dor daqueles que tiveram seus discursos silenciados e seus valores excluídos e colorida pela criatividade dionisíaca dos que viveram (vivem) no exílio do apolíneo conhecimento moderno." Barros, 2007:167, Cena Internacional.


quarta-feira, 20 de maio de 2009

Westphalian Straitjacket ou, para meu amigo Pedro.


ontem aprendi que Westphalia vem de falha e não de falo. ahhh. mas enfim, pra mim, dá na mesma: a gente continua num sistema fálico falho. Lacan confirma: "a mulher não existe".


sábado, 25 de abril de 2009

Eros e psique: revisão lacaniana



As dores voltaram
E eu hoje sou trágica
Sinto-me presa a teclas de computador quando eu precisaria de armas
Ou um violão tchelo
Eu quero minha liberdade
Volto a ser colonizada por pensamentos devastadores
E tudo de qualquer outra coisa é melhor
Me ser me dói
E eu quero chorar
E tudo me sufoca
Eu preciso gritar e ouvir musica altaaaaaaaaa
Eu preciso gritar e chorar ao ouvir musica altaaaaaaaaaaaaaaaaa
Sou eu a mais fraca de todos os que julgo?
Seria eu totalmente diferente do que estou sendo?
Que se dane a política
E as ações
Minha vida é arte e eu sou arte e minha vida sou eu e eu quero solidão
Estou surtando
Quero ir pra paris
E me entregar
E saber que estarei fazendo o que é errado
E não tem futuro
E não dá certo
Mas eu sou artista e preciso de paris
E só
Até eu saber que não é mais isso
E querer outra coisa
Eu sou sim, isto, DESEQUILIBRADA
E ás favas com o equilíbrio,
essa não é minha meta
Não, eu não quero ser Gandhi
Nem Jesus cristo
Se bem que esse até que teve bastante paixão
Eu quero saltar e sair dançando
Como um deus nietzschiano que se entrega a si
E vai
Eu a invejo por sua leviandade
Ela me inveja por minha responsabilidade
E nos amamos
Ou eu a amo
Em mim
E ela me faz falta
E eu a quero
E eu a desejo
E a ausência dela me enche de paixão
E eu a quero
Aqui
Agora
Eu entre seus braços
Vem meu amor
Eu te preciso
E estou agora em pânico
não a tenho e ela já se faz de outra
E eu sinto que a perco
E começo a me entregar
E não quero outro amor
E quero outro amor
E quero ela
E quero o oposto dela
E sou assim
Maluca

E volto a pensar
Mas ainda tremo

desejo.


individuação e/ou interdependência

o problema de se ser bobo da corte,
é que quando cai a corte,
só se é,
bobo.

ou:
É como se eu precisasse sempre explicar porque estou aqui.
E porque eu não estaria?
Não agüento mais pensar tudo dialeticamente.
Isso me cansa.
É como se eu fosse e voltasse toda vez para chegar no estar e ser
Porque o movimento repetido criaria uma massa mais firme que se configuraria naquilo que pode ser dito, visto, ouvido, lido
Enfim, a que parar, para ser, visível, tocável, sentido
___________________
Disseram-me que eu me levantei do tumulo de Nietzsche para lhe fazer justiça
e eu gostei
Quem são os tolos que viram niilismo em relação a vida em Nietzsche?
Nietzsche é o que deixa viver hoje
O resto é morte, niilista
Tolos aqueles que estiveram tão perto de exercer seu ser e ainda assim optaram pelo entendimento niilista de Nietzsche
Mentirosos, elitistas, conservadores de privilégios
Á merda com essa sociedade de bosta de privilégios

Ex:
"202. Perto demais e longe demais. - É frequente o leitor e o autor não se entenderem porque o autor conhece bem demais o seu tema e o acha quase enfadonho, dispensando os exemplos que conhece às duzias; mas o leitor é estranho à matéria, e a considera mal fundamentada se os exemplos lhe são negados." (Nietzsche, Humano demasiado Humano, 2000:138)
_____________________________
E todo o meu trabalho se presta a não voltar
Sim, obsessivamente laboriosa
Dir-se-ia uma protestante não fossem as origens bem definidamente católicas
Eu não suporto a vida humana
Eu quero sair daqui, por favor,
Isso dói, de cima pra baixo de baixo pra cima
Eu só quero não ter consciência
Minha cabeça pesa
E dói, dói, dói
E eu preciso limpar minha chaminé a toda hora do contrário tudo se entope e eu
Explodo,
E explodo e choro, e gozo e vomito e grito
E passa
Mas volta
E eu me sinto só
E eu volto a querer ela,
Ou seja lá o que é esse lugar de conforto que eu criei
Vítimas
Sempre vitimas, nós
E agora cabe a mim, romper esse circulo
Mas sou eu entre milhares, milhões, todos, viciados em serem vitimas
E eu deveria querer ser a maior das mártires
Avisada por ele,
Nietzsche
Que os discípulos sofrem mais do que os mártires
Porque é lógico
O mártir pelo menos define um sentido para essa porra de lugar que nós estamos
Já os discípulos só seguem o mártir, sem nunca terem força de assumir a verdade de que não existe esse lugar que eles projetam no mártir
Mas antes não saber
Não sei ainda se essa é uma opção
Existe a idéia de opção?
Verdadeiramente?
Fico um pouco confusa em relação a essa questão

E eles não entendem nada
Eu não preciso arrumar minha escrita
Eu falo o que eu quero porque senão não é meu
O que eles querem em falar dos outros o que eles não conseguem nem de si mesmos?

Eu tento
I really try
E eu queria que esse teclado fosse um machado
Na verdade não
Gosto da idéia de fazer com minhas próprias mãos
Tem horas em que eu só queria bater muito em algumas pessoas
Ou nas pessoas, tanto faz
Porque ninguém existe

Então entendo que existem horas em que eu quero muito sentir dores físicas
Porque minha cabeça não agüenta
E explode
E pode ser yoga, e pode ser exercício físico
e pode ser porrada
Mas o melhor é sexo
Qualquer mulher que não trepa é histérica
Qualquer pessoa que não trepa é histérica
Nos primeiros seis meses
Porque depois começa a virar paranóia
Uma paranóia histérica
E o que Freud fez com o mundo meu deus!
Agora usamos essa epistemologia maluca da modernidade na pós-modernidade porque não temos outras palavras para falar de histeria e paranóia
E o pior, a conotação patológica dessa epistemologia...
Acho que gosto de fazer genealogias epistêmicas
Ou...palavras complicadas como disse uma.
Enfim, me sinto a mulher mais mal comida do mundo por me estressar tanto com o trabalho
Isso é falta de dar o cu
Diria ela,
E ela estava certa
E eu volto a sentir saudades dela

Eu me recuso a ver o amor enquanto o amor me dói tanto ainda
Nada de filmes, poucas musicas, nada de romantismos e afetuosidades
Não dá, me dói
Tudo lembra ela e me dói
E eu choro

E existe ainda alguém que acredita que alguma coisa é não autobiográfica?
A vida é autobiográfica oras!
Se as pessoas se atentassem mais para a não existência do outro
talvez elas existissem mais
E ao invés de ler autobiografias de alguns que quiseram existir
Fariam as suas próprias vidas.

Ex:
Saramago diz (não sei onde, talvez em uma palestra) que não existem livros de AUTO-ajuda, pois seria necessário que os leitores fossem também os autores para ser AUTO-ajuda, ora pois ;-)
________________

As pessoas são toscas
Eu sou uma pessoa
Eu sou tosca
Isso me irrita
Eu sinto raiva e quero fazer algo com isso

Para mim
Quando posso,
a melhor opção é uma boa fodida com quem você ama
A segunda opção é uma boa auto-fodida
A terceira opção é yoga
A quarta, academia
A quinta, trabalho
A sexta, escrever.

Ok, that’s where it’s wrong
Everybody knows

O gozo é o principio e o fim
E é só disso que Freud falava quando ele dizia de sexo
E as pessoas são toscas
Logo, não sabem olhar as coisas como metáforas.

O universo é isso, um big ban
an explosionnnnnnnnnnnnnnnn
The place where you see stars and blábláblá
Ou seja, o gozo, é o principio e o fim

Em qualquer dimensão
Os gregos já sabiam...
Deixem Freud em paz por favor!
Agora toca a física quântica e a neurociência terem que demonstrar Freud para os toscos acreditarem
Espécie de são tomés essa nossa!
Quem foi o tosco que radicalizou o iluminismo por favor?
foi esse o culpado por foder com nossas toscas vidas

Ex:
"A dissidência em Relações Internacionais propõe uma critica à razão Ocidental Moderna que, como nos falava Max Weber, foi o principal instrumento do desencantamento do mundo – sendo este processo entendido outrora como um progresso da Idade das Trevas para a Idade Moderna. Contudo, atualmente, essa idéia, utilizada ao extremo pela sociedade moderna e auxiliada pelo avanço da ciência e da tecnologia, fez do homem apenas ferramenta. Nas palavras de Heidegger, ferramentas “com o humano desaparecendo no processo” (apud Brown, 1994). (Barros, 2007:170)"
http://www.differance.com.br/clipping/contrib_feministas.pdf
________________
Bando de ladrões filhos da puta
Eles só pensam neles
Ou talvez ainda seja pior
Eles nem pensam
Selvagemente dão continuidade
À política de matar ou morrer
E são os mesmos
E vivem como seus pais
Eu acuso
E renuncio
Renuncio a minha velha posição de boba dessa corte
Tomaram minha inocência e boa vontade
E minha ambição e inveja
E fizeram troça
Só eu mesmo um dia acreditei que eles queriam mesmo mudar
O mundo
Não.
Ninguém quer nada disso
Quanto mais perto de suas tradicionais posições de poder,
Melhor
Com algum confete de gauche
Sempre
E eu era o confete ;-)
Obrigada
Cansei da festa dos Modernos (inhos) hipócritas
Cadáveres que reproduzem
Bípedes preconceituosos
Autoritários
Sacanas
Pra mim deu
Prefiro a minha "pura busca de minha verdade" inexistente
À compor essas estruturas estupidamente erguidas por pessoas
Ruins
Que eu seja sempre A Idiota
Mas nunca A Besta
E se não houver justiça
Não me importa
Quanto antes eles deixarem de existir pra mim
Menos terei que desejar justiça a eles
Que morram
Pra mim.
Covardes
Todos covardes
E chamavam a mim
Louca
Assim, podem ser covardes
Sem precisar pensar
Porque qualquer um que pensar
Terá de assumir:
Hipócritas e covardes
Que dó das criancinhas dos faróis!
Como é linda a caiçara de cachos louros!
Mas não, dessa vez não vai dar pra lhe ajudar,
Amiga
A viagem pra Paris
Impossibilita

Ex:
300. Dois tipos de igualdade. A ânsia de igualdade pode se expressar tanto pelo desejo de rebaixar os outros até seu próprio nível (diminuindo, segregando, derrubando) como pelo desejo de subir juntamente com os outros (reconhecendo, ajudando, alegrando-se com seu êxito). Nietzsche, Humano, demasiado Humano, 2000:198)


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